
UNIDADE IV
Compreenda como a diversidade anda de mãos dadas com o os conceitos de ética e feedback.
No TJDFT, o feedback também é adotado como avaliação de competências e permite a gestores e equipes promover o crescimento e o aprimoramento contínuos.
Contudo, no dia a dia, a comunicação por meio do feedback não é uma prática comum na rotina do gestor.
Como aliar a prática do feedback construtivo respeitando a diversidade de suas equipes?
Um dos grandes desafios de dar e receber feedbacks é saber conversar com pessoas diferentes. Em um ambiente onde a diversidade das pessoas é valorizada, essa tarefa se torna muito mais fácil para o gestor, pois ele será capaz de dar feedback com mais empatia, despertando a confiança e realizando a escuta ativa, elementos que são melhor explorados em um ambiente de respeito à diversidade.
Conheça aqui os tipos de feedback e saiba como aplicá-los no seu dia-a- dia:
http://gama.academy/blog/carreira/feedback-como-aplicar-essa-cultu
E aqui, veja 6 dicas de como dar feedback:
Em seu artigo “A diversidade no ambiente de trabalho é um compromisso ético e moral”, o professor da Fundação Dom Cabral e consultor em Diversidade, Ricardo Sales, ressalta que discutir a pauta da diversidade é um assunto urgente nas organizações, pois vivemos em um país ainda muito desigual e preconceituoso.
Segundo ele, todo líder de equipes poderia se fazer o famoso teste do pescoço. Olhar em volta e se perguntar: “este time é ou não representativo da sociedade brasileira?”.
Caso a resposta seja negativa, torna-se uma questão moral e ética atentar-se para a diversidade, bem como a sua ausência, na organização, tornando-a competência gerencial, a fim de garantir não apenas a pluralidade de vozes, como também espaço a elas para falarem e serem ouvidas. “Aí entra a inclusão, que é justamente o acolhimento da diversidade”, afirma o professor.
Segundo ele, o tema diversidade torna-se ainda mais complexo se a pergunta do teste do pescoço for levada para todos os níveis da organização, dos mais altos aos mais baixos: “Este time é ou não é representativo da sociedade brasileira?”.
Gestoras e gestores do TJDFT podem ir mais além e se perguntarem se a diversidade da sociedade brasileira, que inclui homens, mulheres, pessoas LGBTI’s, pessoas com deficiência, pessoas negras e muitas outras com diferentes características culturais e sociais, está bem representada nas equipes e nos quadros de liderança da organização.

ELAS FAZEM PARTE DO TJDFT?
Tal questionamento torna-se uma ferramenta essencial e inicial para o processo de consciência da diversidade, com vistas para uma gestão mais humana e compromissada com a realização da justiça social.
Com a palavra, a Desembargadora do TJDFT Maria Ivatônia.
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